Escolha o assunto uma vez. A partir daí a Acerolab escreve, narra, ilustra e monta — e de manhã tem vídeo novo esperando.
Montar minha primeira sérieDo cadastro ao primeiro vídeo pronto: cinco minutos.
Três canais nossos, no ar agora, em duas plataformas. Cento e quarenta vídeos publicados no total — nenhum deles gravado, filmado ou editado por alguém.
Simulador
As plataformas repassam por mil visualizações. Puxa os controles e roda a conta com os números em que você acredita — não com os que alguém escolheu por você.
Canal novo demora. Comece pensando em meses, não em semanas.
Finanças paga mais que humor. Público dos EUA paga mais que do Brasil.
Daria por mês
R$ 26.000
5,2 mi de views × US$ 1,00, com o dólar a R$ 5,00.
Isso é aritmética, não previsão. O repasse muda conforme o nicho, o país de quem assiste e o mês do ano — e a maior parte dos vídeos não estoura. Tem canal que nunca monetiza.
De onde vem
YouTube, TikTok e Facebook dividem receita de anúncio com quem publica. O apelido desse repasse é RPM: o que entra a cada mil visualizações. Costuma ficar entre cinquenta centavos de dólar e dois dólares, e balança bastante de um dia para o outro.
É esse número que manda na conta da seção anterior: dobrou o RPM, dobrou a receita.
R$ 100 a R$ 300 por vídeo
Você entra na fila da agenda de outra pessoa, negocia prazo e ainda paga o retrabalho. Trinta vídeos no mês passam de três mil reais.
Umas 2 horas por vídeo
Pesquisar, escrever, gravar voz, achar imagem, cortar, legendar, exportar, postar. Repete amanhã. E no domingo também.
Centavos por vídeo
Você aprova. O resto chegou pronto.
Como funciona
Nicho, voz, idioma, trilha e estilo visual. Se a lista não tiver o que você quer, escreve do seu jeito.
Chega com roteiro, narração, imagens e legenda no tempo certo. Não curtiu, manda refazer — crédito só some no que você aprovar.
Baixa em 1080×1920 e sobe. Ou deixa a série no ritmo escolhido e nem abre o app.
Depoimentos
Três pessoas que trocaram horas de edição por um botão.
“Eu tava perdendo muito tempo criando vídeo. Comecei a usar o Acerolab e basicamente ele faz os vídeos pra mim — eu coloco o que eu quero e já sai praticamente pronto pra postar. Hoje eu alimento Reels, Shorts e TikTok sem ficar horas editando.”
“Não é só gravar: tem que pensar no conteúdo, editar, organizar tudo. Depois do Acerolab ficou muito mais fácil, ele cria praticamente sozinho.”
“Antes eu fazia um vídeo por vez e dava um trabalho absurdo. Agora eu crio vários praticamente no automático — Reels, Shorts, TikTok e as páginas do Facebook. Pra escalar conteúdo, facilitou demais.”
Perguntas
É um assunto no piloto automático. Você trava nicho, voz e estilo uma vez, e aquilo passa a produzir sozinho no ritmo do plano. Como cada série puxa de um assunto só, cobrir dois temas diferentes pede duas séries — e elas rodam em paralelo, sem se atrapalhar.
Depende do ritmo que você escolher pra série: de três por semana até três por dia. Precisa de mais volume? Some séries em vez de acelerar uma só.
Não. Cada vídeo parte de um roteiro escrito na hora e de imagens geradas na hora. Duas pessoas no mesmo nicho recebem coisas diferentes. Ainda assim, vale mexer no comando de tempos em tempos pra série não viciar num padrão.
Nenhum dos dois. A narração é sintetizada e você escolhe timbre e idioma. Se quiser sua própria voz mesmo assim, dá pra subir o áudio.
Os arquivos são seus, limpos de marca d'água. Agora, quem decide se paga é a plataforma — e as regras dela mudam. Vale ler a política de conteúdo do YouTube e do TikTok antes de apostar tudo num canal só.
Botão no painel, sem ligar pra ninguém e sem retenção. O que você já pagou roda até o fim do período; depois simplesmente não renova.
Cancela sozinho, pelo painel, quando quiser.